MEC vai abrir edital para universidades interessadas em receber alunos de instituições descredenciadas

16 de janeiro de 2014

Educação



MEC vai abrir edital para universidades interessadas em receber alunos de instituições descredenciadas
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/mec-vai-abrir-edital-para-universidades-interessadas-em-receber-alunos-de-instituicoes-descredenciada
Jan 16th 2014, 22:12


Thaís Antonio

Repórter do Radiojornalismo
Brasília - O Ministério da Educação (MEC) vai abrir edital para instituições de ensino interessadas em receber os alunos das universidades descredenciadas esta semana – Universidade Gama Filho e do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade).
De acordo com o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Jorge Messias, o edital vai priorizar as universidades que oferecerem valores de mensalidades próximos aos que os estudantes pagavam. Também terá prioridade as que apresentarem maior aproveitamento dos estudos para garantir a formação dentro do prazo.
As instituições interessadas disputarão lotes montados com diferentes cursos. "A ideia do lote é importante porque permite que instituições participem e apresentem propostas para cursos com maior número de alunos, que teriam maior interesse econômico, e também cursos que teriam menor número de alunos, que teriam menor interesse econômico", explicou. "O lote vai garantir que todos os alunos, de todos os cursos, possam ser contemplados com a transferência", completou.
Uma comissão de alunos cada uma das universidades foi ouvida pelo MEC nesta quarta-feira (16) para ajudar na construção do edital. Os estudantes, no entanto, defendem a federalização das instituições descredenciadas, possibilidade descartada pelo ministério. "Nós acreditamos que é dever do governo federal, por lei, regulamentar o ensino superior, e já que isso não foi feito de forma satisfatória nesse tempo, que ele possa arcar com a responsabilidade de assumir os alunos", disse Bruno Soares, aluno do oitavo período de medicina da Gama Filho.

Edição: Aécio Amado
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MPF solicita à Justiça intervenção do MEC na Gama Filho e na UniverCidade

Educação



MPF solicita à Justiça intervenção do MEC na Gama Filho e na UniverCidade
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/mpf-solicita-justica-intervencao-do-mec-na-gama-filho-e-na-univercidade
Jan 16th 2014, 21:34

Flávia Villela

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro anunciou hoje (16) que poderá entrar com uma ação solicitando à Justiça a intervenção do Ministério da Educação (MEC) na Universidade Gama Filho e na UniverCidade, ambas descredenciadas pelo MEC na segunda-feira passada (16). A procuradora da República do Ofício Educação, Minorias e Cidadania, Maria Cristina Manella Cordeiro, informou que a Procuradoria da República do Rio decidirá antes do início do ano letivo como atuará na defesa dos estudantes e funcionários dessas instituições. A procuradora reuniu-se na tarde de hoje (16) com o deputado estadual Robson Leite (PT-RJ), o deputado federal Jorge Bittar (PT-RJ) e representantes dos estudantes que solicitam a intervenção.
"Agora vamos analisar o pedido e o próximo passo será fazer um exame do histórico dessa questão, analisar os documentos, vamos analisar se o descredenciamento foi feito de acordo com as regras existentes, se foi legítimo ou se existia outra solução menos impactante a ser tomada", declarou a procuradora.
Maria Cristina disse ainda que além da possibilidade da ação civil pública há também a de uma conversa com o MEC para evoluir em um Termo de Ajustamento de Condutas (TAC) e a de que a transferência assistida proposta pelo ministério realmente se efetive com todo o acompanhamento do Ministério Público.
Dezenas de estudantes e funcionários das universidades descredenciadas se reuniram na porta da sede do MPF no Rio, na Avenida Nilo Peçanha, onde ocorreu a reunião. Com carro de som e cartazes, eles ocuparam parte da via com palavras de ordem, exigindo a intervenção do MEC e a federalização das duas universidades. A presidenta do Diretório Central Estudantil (DCE) da UniverCidade, Patrícia Portugal, participou da reunião e comemorou o fato de os estudantes terem tido a oportunidade de expor pela primeira vez suas reivindicações e posições ao ministério, que antes tinha apenas a versão do MEC.
"Esperamos agora que o MPF tome uma decisão favorável, pois a transferência assistida é prejudicial para toda a comunidade acadêmica, não inclui os professores e funcionários, não garante que as mensalidades sejam as mesmas e sabemos que teremos que voltar períodos, atrasando a conclusão do curso", disse Patrícia.
A diretora da União Estadual do Estudantes (UEE), Taiane Lannes, que também participou da reunião, disse que há casos em que a transferência é ilegal, como o dos formandos que não podem receber diploma de uma instituição que não cursaram.
"Mostramos dados que demonstram que a transferência assistida não vai resolver o problema. Há incompatibilidade de grades curriculares, falta de vagas nas demais universidades, vários casos específicos", disse. "Não abrimos mão da intervenção. Também temos exemplos de universidades que passaram por problemas semelhantes e sofreram intervenção e acreditamos que essa é a solução".
Na segunda-feira passada, Robson Leite e a deputada Jandirah Fegali (PCdoB-RJ) estiveram com o procurador-chefe do MPF no Rio de Janeiro, Guilherme Guedes, e formalizaram um ofício para que o MPF pedisse a Justiça a intervenção do MEC. De acordo com Robson Leite, o processo de transferência assistida do MEC dos mais de 10 mil alunos para outras instituições de ensino não garante direitos fundamentais dos estudantes e dos funcionários.
"Não há garantia de que haverá vagas para todos os alunos, de formatura de quem já está terminando o curso nem do emprego dos professores e profissionais que estão ali", disse o deputado, ao lembrar que a intervenção pressupõem o afastamento do Grupo Galileo Educacional, que controla as universidades descredenciadas. Caso o MPF entre com ação de pedido de intervenção e de auditoria caberá a Justiça julgar o caso e o interventor, caso a decisão seja favorável à ação.
Ontem o MEC descartou a federalização das duas universidades ao ressaltar que não é possível contratar os 1.600 professores e funcionários administrativos sem concurso público.
Na esfera criminal, o MPF entrou em novembro passado com duas ações contra o Grupo Galileo Educacional. De acordo com a assessoria do MPF, uma das ações foi feita com base na denúncia do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro solicitando apuração de possível prática de crime pelo grupo por não cumprir obrigações trabalhistas e não repassar contribuições previdenciárias, em relação a médicos-professores da instituição. O MPF então requisitou a instauração de inquérito policial pela Polícia Federal para apurar possível prática dos crimes de sonegação de contribuição previdenciária e frustração de direito assegurado por lei trabalhista.
A outra ação foi originada do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que investigou denúncias relativas a universidades privadas, envolvendo gestão fraudulenta, desvio de recurso públicos, crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro, dentre outras irregularidades. O MPF requisitou que a Polícia Federal instaurasse inquérito para investigar os crimes de interesse federal apontados no relatório.
Na terça-feira passada (14), o presidente do Grupo Galileo, Alex Porto, declarou em entrevista coletiva que tentará reverter o descredenciamento determinado pelo MEC.

Edição: Fábio Massalli
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Atualizada – Edital para universidades candidatas à transferência assistida de alunos sai até quinta-feira

Educação



Atualizada – Edital para universidades candidatas à transferência assistida de alunos sai até quinta-feira
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Jan 16th 2014, 20:09

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do Ministério da Educação deve publicar, até quinta-feira (23), o edital de convocação das instituições de ensino do Rio de Janeiro interessadas em receber os alunos da Universidade Gama Filho (UGF) e do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade), descredenciados pelo MEC no último dia 13. Ambas as instituições têm como mantenedor o Grupo Galileo Educacional.
A Seres informou que vai convocar os dirigentes das principais instituições privadas de ensino superior para uma reunião, terça-feira próxima (21), para incentivar os estabelecimentos a abrir vagas para a transferência assistida. A reunião está prevista para as 14h, em Brasília.
A distribuição dos alunos da Gama Filho e da UniverCidade dependerá de quantas e quais forem as universidades que se inscreverem para a transferência assistida, a partir da chamada pública, explicou a assessoria de imprensa do MEC. O ministério analisará, então, se elas têm condições de receber os estudantes, além de dados como o número de vagas oferecidas e em quais cursos.
O primeiro caso de transferência assistida ocorreu na Faculdade Alvorada, em Brasília. Há quatro meses, os alunos da Alvorada, descredenciada pela pasta da Educação, enfrentavam esse problema, mas foram recebidos pelas instituições que responderam ao edital do MEC.
Segundo a assessoria do MEC, o objetivo é evitar prejuízo para os alunos da Gama Filho e da UniverCidade. Para isso, o ministério deverá incluir no edital a condição de que as instituições candidatas a receber os estudantes tenham mensalidades próximas do valor que eles já pagavam nas duas universidades. O MEC trabalha também para que o processo de transferência não tenha custo para os alunos.
Outra preocupação é preservar as bolsas de estudos do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de impedir que alunos que estão nos últimos períodos do curso sejam prejudicados com atrasos na formatura.
Um grupo de alunos da Gama Filho e da UniverCidade foi recebido hoje (16), em Brasília, por representantes da Secretaria de Regulação e Supervisão do Ensino Superior do MEC, dos quais recebeu orientações e explicações sobre o processo de transferência assistida.
Edição: Nádia Franco//O título da matéria e o texto foram alterados às 20h08 para correção da data em que deve ser publicado o edital de convocação das universidades interessadas em participar da transferência assistida e para incluir informação sobre reunião dos dirigentes destas instituições
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Edital para universidades candidatas à transferência assistida de alunos sai até amanhã

Educação



Edital para universidades candidatas à transferência assistida de alunos sai até amanhã
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Jan 16th 2014, 18:58

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação deve publicar, até amanhã (17), o edital de convocação das instituições de ensino do Rio de Janeiro interessadas em receber os alunos da Universidade Gama Filho (UGF) e do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade), descredenciados pelo MEC no último dia 13. Ambas as instituições têm como mantenedor o Grupo Galileo Educacional.
O prazo de cinco dias úteis para publicação do edital constava do despacho que descredenciou as duas universidades. No documento, será definido o período para a manifestação de interesse pelas instituições de ensino superior do Rio.
A distribuição dos alunos da Gama Filho e da UniverCidade dependerá, porém, de quantas e quais forem as universidades que se inscreverem para a transferência assistida, a partir da chamada pública, explicou a assessoria de imprensa do MEC. O ministério analisará, então, se elas têm condições de receber os estudantes, além de dados como o número de vagas oferecidas e em quais cursos.
O primeiro caso de transferência assistida ocorreu na Faculdade Alvorada, em Brasília. Há quatro meses, os alunos da Alvorada, que tinha sido descredenciada pela pasta da Educação, que enfrentavam esse problema, foram recebidos pelas instituições que responderam ao edital do MEC.
Segundo a assessoria do MEC, o objetivo é evitar prejuízo para os alunos da Gama Filho e da UniverCidade. Para isso, o ministério deverá incluir no edital a condição de que as instituições candidatas a receber os estudantes tenham mensalidades próximas do valor que eles já pagavam nas duas universidades. O MEC trabalha também para que o processo de transferência não tenha custo para os alunos.
Outra preocupação é preservar as bolsas de estudos do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de impedir que alunos que estão nos últimos períodos do curso sejam prejudicados com atrasos na formatura.
Um grupo de alunos da Gama Filho foi recebido hoje (16), em Brasília, por representantes da Secretaria de Regulação e Supervisão do Ensino Superior do MEC, dos quais recebeu orientações e explicações sobre o processo de transferência assistida.
Edição: Nádia Franco
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Procon-RJ autua Grupo Galileo por dificultar entrega de documentos de transferência

Educação



Procon-RJ autua Grupo Galileo por dificultar entrega de documentos de transferência
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-16/procon-rj-autua-grupo-galileo-por-dificultar-entrega-de-documentos-de-transferencia
Jan 16th 2014, 17:39

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O Procon-RJ, órgão da Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro (Seprocon), autuou o Grupo Galileo por dificultar a entrega de documentos para a transferência de alunos da Universidade Gama Filho e do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade), dos quais é a atual mantenedora. As duas instituições foram descredenciadas pelo Ministério da Educação (MEC) no último dia 13.
O diretor jurídico do Procon-RJ, Carlos Eduardo Amorim, disse que a notificação foi encaminhada ontem (15) ao grupo. Ele informou à à Agência Brasil que a notificação determina, por ato sancionatório, que a empresa viabilize em dez dias a entrega dos documentos necessários para a transferência dos estudantes da Gama Filho e da UniverCidade para outras universidades. "E notificamos o grupo para que demonstre que estão sendo tomadas medidas neste sentido em 48 horas."
De acordo com Amorim, o documento foi enviado pelos Correios porque o Procon-RJ não conseguiu notificar pessoalmente os dirigentes do Galileo, porque não encontrou nenhum funcionário no edifício-sede do grupo, no centro do Rio. Amorim alertou que, se o aviso de recebimento dos Correios voltar negativo, a notificação será publicada no Diário Oficial do estado, "e eles vão ser citados".
Segundo o diretor do Procon-RJ, mesmo que não tenha recebido a notificação, o Grupo Galileo não pode alegar desconhecimento do documento, pois a divulgação para a mídia já foi feita. "Ciência eles já têm. Não vamos permitir que se escusem de receber isso, não."
Conforme a Lei Estadual 6.007/11, o grupo tem prazo de 15 dias para apresentar defesa em relação às dificuldades que estaria impondo à transferência dos alunos. Amorim informou que o objetivo desse procedimento é verificar se a Galileo está cometendo algum ato ilícito. "É outro caminho, para verificação da conduta deles perante o consumidor."
Ele disse que, se a defesa não conseguir comprovar a inexistência de infrações, a Galileo será multada. A multa mínima é de R$ 509,46 e a máxima, de R$ 7 milhões. Para ele, o valor máximo, que é vinculado ao poder econômico da empresa, não deverá ser imposto no caso da Galileo.
O Procon-RJ não tem recebido denúncias contra a Galileo, como as que foram feitas no ano passado, devido à falta de pagamento aos funcionários, que estavam em greve. O caso está sendo verificado, disse Amorim, adiantando que o grupo, "certamente, será multado".
Procurado pela Agência Brasil, o Grupo Galileo informou não ter recebido, até o momento, a notificação do Procon-RJ. A força-tarefa composta por 15 funcionários, montada para atender aos alunos na secretaria-geral e administrativa, vai ser dobrada nos próximos dias. Segundo a assessoria de imprensa do grupo, antes mesmo de o Procon-RJ emitir qualquer notificação, já se trabalhava com o prazo de dez dias úteis para atender aos estudantes.
Porém, o grupo diz que o cumprimento do prazo depende do volume de pedidos que forem feitos, uma vez que as duas universidades sob responsabilidade do Galileo têm 9,5 mil alunos. A expectativa é que o prazo será suficiente, porque o expediente interno continua funcionando. O atendimento aos alunos, entretanto, é feito somente pela internet, no e-mail da reitoria.
Edição: Nádia Franco
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ProUni tem quase 1 milhão de candidatos um dia antes do encerramento das inscrições

Educação



ProUni tem quase 1 milhão de candidatos um dia antes do encerramento das inscrições
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Jan 16th 2014, 14:34


Yara Aquino

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Termina amanhã (17), às 23h59, o prazo para inscrições no Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo integrais e parciais em instituições particulares de ensino superior. Até o meio-dia de hoje (16), o Ministério da Educação(MEC) já havia registrado 965.285 candidatos inscritos. Na primeira edição deste ano, o programa oferece 131.636 bolsas integrais e 59.989 parciais.
Pode participar da seleção o estudante que fez a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado e obteve, no mínimo, 450 pontos na média das notas. O candidato não pode ter tirado zero na redação e precisa ter cursado o ensino médio na rede pública ou com bolsa integral na rede privada.
As bolsas integrais do ProUni são para os estudantes com renda bruta familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa. As parciais destinam-se a candidatos com renda bruta familiar de até três salários mínimos por pessoa. O bolsista parcial poderá usar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para custear o restante da mensalidade.
A primeira chamada dos candidatos pré-selecionados será divulgada no dia 20 deste mês e a segunda, no dia 3 de fevereiro. O candidato que não for pré-selecionado em nenhuma das duas chamadas pode entrar na lista de espera, mas, neste ano, houve mudança nos procedimentos para fazer parte dessa relação. Agora, o estudante terá de manifestar interesse pela internet e, em seguida, nas datas previstas em edital, comparecer à instituição de ensino na qual pretende estudar, com os documentos necessários.



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Mecanismo permite a prefeituras comprar material escolar por preço menor

Educação



Mecanismo permite a prefeituras comprar material escolar por preço menor
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Jan 16th 2014, 06:37


Mariana Tokarnia

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Pela primeira vez, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) disponibilizou uma ata de preços de materiais escolares para prefeituras e secretarias de Educação. Com isso, esses órgãos podem comprar os materiais a preços mais acessíveis que os de mercado, para os estudantes da educação infantil ao ensino médio, tanto do ensino regular quanto da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A ata foi divulgada no ano passado e estará disponível até julho deste ano. Funciona da seguinte forma: a entidade adere à ata de preço e comunica o valor que será gasto. Depois, negocia direto com os fornecedores. No total, 84 prefeituras e secretarias municipais e estaduais aderiram, somando R$ 58,5 milhões.
Pela ata, um kit com dois cadernos universitários, um caderno de desenho, uma caixa de lápis de cor, duas borrachas brancas, dois apontadores, quatro lápis grafite, quatro canetas, uma tesoura, uma régua, um transferidor, um compasso e dois esquadro, para os anos finais do ensino fundamental na Região Sudeste, sai por R$ 17,30.
"Os preços são muitos bons e a qualidade dos materiais também", diz a secretária de Educação de São Bernardo do Campo (SP), Cleuza Repulho. Este ano, a cidade economizou mais de R$ 5 milhões com a ata, segundo a secretária.
Não há nenhuma lei ou norma federal que obrigue a prefeitura ou secretaria comprar o material escolar, como lápis e caneta. A decisão fica a cargo das legislações e das administrações locais. Cleuza, que é presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), diz que não há um levantamento nacional sobre quantas prefeituras compram os materiais, de forma integral ou parcial. Ela argumenta, no entanto, que para aqueles que compram "tem um peso importante no orçamento. É uma necessidade sempre grande da rede, principalmente dos alunos que não têm condições de comprar o material".
A secretaria municipal de Educação de São Paulo também aderiu. Segundo nota da secretaria, o gasto com a compra dos kits escolares em 2014 é R$ 12,5 milhões para 141 mil alunos da pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e EJA. "Com essa adesão, a economia poderá atingir os 65%, se comparado ao ano passado. O trâmite de aquisição durou dois meses", diz. De acordo com a secretaria, o procedimento foi mais fácil que as tradicionais licitações e está sendo acompanhado para que o material seja entregue até o início das aulas, sem atrasos.



Outra alternativa que está sendo usada pelas prefeituras é o Cartão Material Escolar. As famílias de baixa renda recebem um cartão individual por aluno, com CPF da mãe ou responsável, para fazer as compras em papelarias cadastradas no programa. Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae), uma das entidades que apoia o uso do cartão e reúne marcas como a BIC, Tilibra e Faber-Castell, o cartão, assim como o vale-educação ou a bolsa material escolar - iniciativas semelhantes - é adotado em oito cidades e no Distrito Federal.
O Distrito Federal aderiu ao cartão em 2013, apenas para estudantes beneficiários do Programa Bolsa Família. Segundo a Abfiae, o governo distrital investiu R$ 36 milhões para beneficiar 130 mil alunos, valor correspondente a quase o triplo do investido pela cidade de São Paulo. Já o subsecretário de Infraestrutura e Apoio Educacional do Distrito Federal, Marco Aurélio Soares Salgado, informou que ainda não há valores oficiais, uma vez que está sendo finalizada a prestação de contas do ano passado. Ele argumentou que todo o investimento serve também para movimentar a economia local.
Para evitar a cobrança de preços abusivos dos alunos com cartão, os estabelecimentos integrantes do programa são fiscalizados pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Economia Solidária. Além disso, no contraturno de escolas de tempo integral, os estudantes são orientados sobre como gastar o dinheiro.
No ano passado, o governo distrital teve alguns problemas de distribuição. Em decorrência de cadastros incompletos, 15 mil cartões não chegaram ao destino final. Esses falhas devem ser resolvidas em 2014, segundo Salgado. O subsecretário disse que ainda não tem uma estimativa de quanto será investido este ano.
O cartão poderá beneficiar a dona de casa Lilian de Jesus Soares, mãe de Cauã, 5 anos, Elisa, 10 anos, e Lívia, 15 anos. Beneficiária do Bolsa Família, ela conta que com o orçamento próprio não consegue comprar os materiais para os filhos. "Sempre fui eu quem comprou os materiais dos meus filhos. Compro o que dá, nem sempre dá para comprar tudo. No ano passado, faltou praticamente tudo para o Cauã. No meio do ano, consegui comprar um caderno pequeno e a professora teve que dar folhas para completar, na escola mesmo".

Edição: Carolina Pimentel
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Escolas públicas devem receber livros didáticos até fevereiro

Educação



Escolas públicas devem receber livros didáticos até fevereiro
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Jan 16th 2014, 06:20


Mariana Tokarnia

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Até o dia 10 de fevereiro, as escolas públicas devem receber os livros didáticos. As obras já começaram a ser distribuídas e, segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), 57% foram entregues.
Para este ano, há uma novidade no material: os objetos educacionais digitais. São jogos, vídeos e outros recursos disponibilizados em DVDs, que poderão ser livremente copiados pelos estudantes. Além disso, as ferramentas estarão disponíveis na internet, podendo ser acessadas por qualquer pessoa. Segundo o FNDE, 45% dos livros têm materiais digitais.
Esses recursos são voltados para os alunos do 6º ao 9º ano, que são os contemplados pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) em 2014. A cada ano, um grupo de séries é beneficiado com os livros reutilizáveis, que serão recebidos este ano e trocados apenas em 2017. Cabe aos estudantes o cuidado com eles, para que possam ser usados por outros colegas no próximo ano. Todos os anos, o FNDE repõe os livros estragados e compra aqueles para consumo, ou seja, que ficam com o aluno, nesse caso para todas as séries.
"O livro do PNLD, em geral, é melhor em qualidade que as editoras oferecem para o setor privado. A maioria das inovações que tem no setor público é replicado no privado, e não o contrário", diz o diretor de Ações Educacionais do FNDE, Rafael Torino.
Segundo dados do Censo Escolar de 2012, a educação básica no país tem 50,5 milhões de estudantes. Desses, 42,2 milhões, o equivalente a 83%, estão em escolas públicas.
Cada livro didático para os centros de ensino foi comprado a um preço médio de R$ 7,63. O livro mais caro custou, por unidade, R$ 26,19.
Em 2013, o governo investiu R$ 1,12 bilhão na compra de 137,8 milhões de livros pelo PNLD.
As compras do governo, em grande quantidade, pesam no faturamento das editoras. Segundo a presidenta do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Sônia Machado Jardim, elas representaram 26% do faturamento total do setor, em 2012. O levantamento de 2013, quando foram comprados os livros para este ano, ainda não foi concluído.
"O programa é essencial e indispensável para oferecer conhecimento de forma gratuita aos alunos da rede pública", diz Torino.
Mãe de duas alunas da rede pública do Distrito Federal - Elisa, de 10 anos, e Lívia, de 15 anos - a dona de casa Lilian de Jesus Soares conta que não teria condições de comprar todos os livros. "Eu sempre incentivei meus filhos a estudar. Se está difícil para quem estuda, imagina para quem não estuda. No ano passado, tive que comprar um livro extra de R$ 25 e quase não dei conta", disse a dona de casa, beneficiária do Bolsa Família
Luthier Carlos Henrique Gomes Clemente, pai de Maria Clara, 8 anos, relata que não gasta com livros, economiza para a compra de material que precisa ser adquirido pelo próprio aluno, como lápis, caneta e borracha. "Tudo que o governo puder fazer na parte de educação é válido", diz, acrescentando que os gastos com material escolar chegam a R$ 500.

Edição: Carolina Pimentel
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