Estudantes da Gama Filho acampam em frente ao Palácio do Planalto e pedem audiência com Dilma

15 de janeiro de 2014

Educação



Estudantes da Gama Filho acampam em frente ao Palácio do Planalto e pedem audiência com Dilma
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Jan 15th 2014, 22:33

Paulo Victor Chagas

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Estudantes da Universidade Gama Filho, descredenciada pelo Ministério da Educação (MEC) na última segunda-feira (13), acamparam em frente ao Palácio do Planalto no início da noite de hoje (15) e dizem que só vão sair após falarem com a presidenta Dilma Rousseff.
Por volta das 20h, 33 jovens armaram barracas no gramado próximo à avenida que separa o Congresso Nacional do palácio e protestavam contra o MEC e o Grupo Galileo, que administra a universidade. Além de cartazes com frases como "Educação não é mercadoria", os estudantes protestavam gritando frases como: "Dilma Rousseff, daqui não arredo o pé, só saio de Brasília quando a solução vier" e "Mercadante errou o pênalti, a bola é sua Dilma, faz o gol".
Eles dizem que vão dormir no local e só saem quando a presidenta Dilma "abrir o canal de diálogo". "A gente vai ficar aqui incomodando a Dilma até ela [nos] receber", disse, durante o protesto, a estudante Ana Flávia Hissa , que cursava o 5º semestre de Medicina. Durante a tarde, parte do grupo percorreu gabinetes de deputados e senadores em busca de apoio para a federalização da universidade e para um encontro com Dilma.
Ana Flávia declarou, em resposta à notícia de que o MEC descartou essa possibilidade, que o Estado e o próprio ministério devem arcar com as responsabilidades e garantir as vagas dos alunos, apesar de eles não terem passado por processo seletivo próprio de universidades públicas.
"Uma universidade particular é uma concessão do Estado e o MEC tem tanta responsabilidade quanto as particulares. Eles erraram, deixaram um grupo criminoso, que já foi indiciado criminalmente, e homologaram a manutenção", disse, em referência ao grupo Galileo.
Os estudantes, que vieram a Brasília depois da notícia do descredenciamento, também se encontraram com ex-alunos da Faculdade Alvorada, que após descredenciamento tiveram que ser transferidos para outras instituições. "Na Faculdade Alvorada, fizeram a mesma coisa e não foram atendidos. Então a gente não se ilude com as palavras do Mercadante de que em março de 2014 a gente vai estar estudando", disse Ana Flávia.
Na semana passada, os estudantes já haviam solicitado, presencialmente e por meio de protocolo, uma audiência com a presidenta Dilma, bem como uma solução, via Presidência, à demanda que, segundo eles, não estava sendo resolvida pelo MEC.
Na tarde de hoje, antes do protesto, a reportagem da Agência Brasil foi informada que o pedido de reunião com a presidenta tinha sido encaminhado ao seu gabinete pessoal, que por sua vez encaminhou resposta negativa alegando haver muitas demandas de agenda. A prerrogativa de resolver a questão, segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, é do próprio MEC, por ser uma demanda específica.

Edição: Fábio Massalli
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Defensoria entrará com ação para facilitar transferência de alunos de universidades descredenciadas

Educação



Defensoria entrará com ação para facilitar transferência de alunos de universidades descredenciadas
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Jan 15th 2014, 21:43

Cristina Indio do Brasil

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Defensoria Pública do Rio de Janeiro entrará nesta quinta-feira (16) com ação civil pública no Tribunal de Justiça do estado para garantir que os alunos da Universidade Gama Filho e do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade) recebam os documentos necessários à transferência para outras instituições de ensino. As duas universidades foram descredenciadas segunda-feira (13) pelo Ministério da Educação (MEC).
Segundo a coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon) da Defensoria Pública, Larissa Davidovich, a ação coletiva contemplará todos os alunos, sem exceção. "Nosso objetivo principal é tutelar juridicamente e garantir uma liminar para que esses alunos possam ter acesso aos seus documentos", disse Larissa à Agência Brasil.
Ela informou que a defensoria instaurou processo de investigação para atender às denúncias feitas pelos alunos. "Só ontem (14), 500 pessoas procuraram o Nudecon. Já ouvimos, colhemos depoimentos e sabemos o que está acontecendo."
Sexta-feira (17), a coordenadora do Nudecon participará, às 10h, de uma reunião no MEC com o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Jorge Messias, e com a secretária Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva, para tentar criar uma câmara de acompanhamento do processo. "Neste momento, o recado que podemos dar aos alunos é que mantenham a tranquilidade", disse Larissa.
Hoje (15), a secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon) autuou, por meio do Procon-RJ, o grupo Galileo Administração de Recursos Educacionais, responsável pela Gama Filho e pela UniverCidade, para que a organização entregue, em um prazo de dez dias, os documentos aos alunos que buscarem transferência. O grupo tem 15 dias para apresentar a defesa ante as dificuldades impostas aos alunos e será multado, caso seus argumentos não sejam aceitos pelo Procon-RJ.
Os estudantes também se mobilizam em Brasília. A diretora de Relações Exteriores do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Gama Filho, Ana Flávia Hissa, informou à Agência Brasil que amanhã (16), às 9h, em reunião no MEC, será discutida a transferência assistida. De acordo com Ana Flávia, participarão do encontro o secretário Jorge Messias, e o coordenador-geral da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Pedro Leitão, além de representantes do Ministério Público e da Advocacia-Geral da União. Quatro alunos da Gama Filho, três da UniverCidade e um integrante da UNE representarão os estudantes na reunião.
Aluna do quinto período de medicina e integrante da comissão de alunos que está em Brasília, Ana Flávia disse que também está sendo tentada uma audiência com a presidenta Dilma Rousseff.
"Queremos que sejam atendidas as nossas pautas e que a reunião não seja apenas informativa. Pleiteamos ir também para as universidades públicas. Hoje [15], nos encontramos com estudantes da Universidade Alvorada, que também foi descredenciada, e lá a transferência assistida não funcionou", ressaltou a aluna da Gama Filho.
Como tem ocorrido desde que a direção da Gama Filho decidiu trancar os portões da unidade em Piedade, zona norte do Rio, grupos de alunos foram até a porta do prédio para tentar receber os documentos. Anderson Diniz Lamas de Faria, que faz engenharia elétrica e precisa completar dois períodos para se formar, contou que um aluno conseguiu um documento da universidade com uma funcionária da instituição, mas ressaltou que isso não é comum. No entanto, Anderson disse que o melhor seria completar o curso na Gama Filho ou com a federalização da instituição.
"Existem grupos de investidores querendo retomar o controle da faculdade e também reitores das universidades públicas demonstram interesse em encampar a Gama Filho, recebendo os alunos. Que o MEC faça como já fez em outras vezes. Sabemos que é difícil, mas não impossível", disse Anderson.
Edição: Nádia Franco
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Inscritos no ProUni passam de 860 mil

Educação



Inscritos no ProUni passam de 860 mil
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Jan 15th 2014, 20:28



Mariana Tokarnia

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Até as 18h de hoje (14), 868.806 candidatos fizeram a inscrição no Programa Universidade para Todos (ProUni). O número de inscrições era 1.654.757, pois cada candidato pode fazer até duas opções de curso. O prazo de inscrições começou ontem (13) e vai até sexta-feira (17), às 23h59, horário de Brasília. A inscrição deve ser feita no site no Prouni.
O estudante que se inscreveu no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) também pode se inscrever no ProUni. Porém, caso seja selecionado nos dois processos, deverá escolher uma das vagas.
Para fazer a inscrição na primeira edição de 2014 do ProUni, o candidato deve ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2013 e obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas. Não pode ter tirado nota zero na redação. No momento da inscrição, será necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem e o Cadastro de Pessoa Física (CPF). O candidato não pode ter diploma de curso superior.
Nesta edição, o programa oferece 131.636 bolsas integrais e 59.989 parciais, em 25,9 mil cursos. Isso significa crescimento de 18% na oferta em relação à primeira edição do ano passado. Estão programadas duas chamadas online de candidatos. O resultado da primeira será divulgado no dia 20 e o da segunda, no dia 3 de fevereiro, ambos na página do programa na internet.
Para concorrer à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos por pessoa. Estão dispensados dos requisitos de renda os professores da rede pública em efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Eles concorrem exclusivamente a bolsas para cursos de licenciatura.
Para os concorrentes à bolsa parcial, há ainda os benefícios do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O candidato pode custear os 50% restantes da mensalidade sem necessidade de apresentar fiador. Para isso, é necessário que a instituição para a qual foi selecionado tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo.
Veja abaixo o cronograma do ProUni:
Inscrições: de 13 a 17 de janeiro de 2014
Resultado da primeira chamada: 20 de janeiro
Comprovação de informações: de 20 a 24 de janeiro
Resultado da segunda chamada: 3 de fevereiro
Comprovação das informações: de 3 a 6 de fevereiro
Prazo para manifestar interesse em participar da lista de espera: 13 e 14 de fevereiro
Comprovação de informações dos participantes da lista de espera: 19 e 20 de fevereiro

Edição: Carolina Pimentel
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Estudantes do Rio trocam experiências com alunos de faculdade descredenciada em Brasília

Educação



Estudantes do Rio trocam experiências com alunos de faculdade descredenciada em Brasília
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Jan 15th 2014, 19:29

Mariana Tokarnia

Repórter da Agência Brasil


Brasília – Há quatro meses, estudantes da Faculdade Alvorada, em Brasília, passaram por situação semelhante à que enfrentam hoje os alunos da Universidade Gama Filho e do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade), no Rio de Janeiro: viram a instituição em que estavam matriculados ser descredenciada pelo Ministério da Educação (MEC) e foram transferidos para outros estabelecimentos. Com o processo, alguns estudantes perderam o semestre. Outros não ficaram satisfeitos com as instituições selecionadas para a transferência assistida e optaram por pedir a própria transferência.
O caso é citado como exemplo negativo pelos alunos da Gama Filho e da UniverCidade, administradas pelo Grupo Galileo. Os estudantes temem que a transferência assistida não lhes dê respaldo e pedem a federalização das instituições. Em Brasília, hoje (13), uma turma das universidades do Rio conversou com alunos da Faculdade Alvorada para trocar experiências. Eles planejam fazer juntos um vídeo para que o que ocorreu na Faculdade Alvorada seja compartilhado com os alunos das instituições com sede no Rio de Janeiro.
"Discutimos hoje o que de fato aconteceu com eles. O MEC apresenta uma coisa, e eles dizem outra", disseram os estudantes. Segundo eles, apenas a metade da transferência assistida foi concluída. Quem conseguiu vaga foi quem fez o processo por conta própria", afirmou o diretor de Universidades Privadas da União Nacional dos Estudantes (UNE), Mateus Weber. "Vamos gravar e passar isso para o pessoal do Rio e pedir uma solução. Desde o início, dissemos que não queríamos o descredenciamento."
A Agência Brasil conversou com o estudante de jornalismo Francisco Coelho da Silva, integrante da comissão de ex-alunos da Faculdade Alvorada, que além de viver a situação, acompanhou de perto a dos colegas. Ele estava no 5º semestre do curso, quando a faculdade foi descredenciada. Hoje estuda no Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb).
"Com o descredenciamento, optei por não participar do processo de transferência assistida. Eu e alguns alunos formamos um grupo que negociou diretamente com outra instituição. Tínhamos medo de demorar muito. Perdemos um mês de aula, mas teve gente que participou da transferência assistida e perdeu o semestre."
Outras dificuldades apontadas pelo estudante foram a localização e os preços das instituições nas quais os estudantes foram recebidos. A Faculdade Alvorada localizava-se no Plano Piloto, área central de Brasília. Alguns estudantes foram transferidos para instituições em cidades satélites do Distrito Federal.
Francisco tem bolsa integral do Programa Universidade para Todos (ProUni) e o benefício foi mantido na nova instituição. No caso dos colegas que não tinham o benefício, as mensalidades aumentaram, ressaltou o estudante. "A maioria das outras faculdades tem mensalidades bem acima das que a Alvorada cobrava. Segundo ele, as mensalidades da Alvorada eram "acessíveis", com média de R$ 480. "As novas instituições cobram, em média, R$ 700", informou.
O MEC rebate as críticas, lembrando que a Alvorada foi descredenciada em setembro e o edital de transferência assistida, concluído em 21 dias. Com o edital, foram transferidos 70% dos alunos. No entanto, o MEC admite que estudantes de algumas turmas foram alocados em novembro.
O secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Jorge Messias, ressaltou que o processo da Alvorada foi feito durante o semestre letivo, o que ocasionou a perda das aulas. Já o da Gama Filho e UniverCidade será feito, "não só com mais agilidade, mas com um janela mais favorável aos estudantes [durante as férias]. Estamos em janeiro, e a atuação do MEC é no sentido de concluir a tempo para o ingresso regular no primeiro semestre letivo do ano."
Até o dia 20, será divulgado um edital convocando as instituições de educação superior do Rio de Janeiro que tenham interesse e condições para receber os alunos. Messias explicou que as instituições precisarão ter a qualidade atestada nas avaliações do MEC, condições financeiras para assumir os estudantes e uma proposta de mensalidade equivalente à das que foram descredenciadas. Além disso, deverão aproveitar as disciplinas já cursadas e estar aptas a nivelar as deficiências que o estudante possa ter da formação anterior.
Messias diz também que os estudantes de medicina, que são mais de 2 mil, na Gama Filho, também serão alocados e que ele confia no processo de transferência assistida. Mais informações podem ser obtidas no site da secretaria.
Ainda cabe recurso do descredenciamento, e o Grupo Galileo informou que vai recorrer.
Edição: Nádia Franco
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Alunos da Gama Filho vão ao Congresso pedir apoio e não encontram parlamentares

Educação



Alunos da Gama Filho vão ao Congresso pedir apoio e não encontram parlamentares
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Jan 15th 2014, 18:02


Mariana Jungmann

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Alguns estudantes da Universidade Gama Filho estão no Congresso Nacional visitando gabinetes em busca de apoio para a proposta de federalização da instituição. Acompanhados por membros da União Nacional dos Estudantes, os alunos da Gama Filho estão sendo recebidos por chefes de gabinetes e assessores, uma vez que os parlamentares estão em recesso e a maioria não está em Brasília.
"Nós estamos falando com os assessores e chefes de gabinete para pedir que os parlamentares emitam notas de apoio à federalização", explicou o diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Gama Filho, Felipe Elias Alves Moreira.
Os estudantes querem a ajuda dos parlamentares também para pressionar a presidenta Dilma Rousseff a recebê-los. Na opinião de Felipe Moreira, somente a presidenta da República terá poder para tornar a Universidade Gama Filho, que é privada, uma instituição federal.
"A presidenta é a pessoa capaz de abrir precedente para que isso ocorra. A decisão do ministério, a gente não engoliu. Afinal, são 70 anos de tradição que vão ser jogados fora", argumentou o estudante, inconformado com o descredenciamento da Gama Filho, anunciado segunda-feira (13), e a decisão do Ministério da Educação de transferir os alunos para outras faculdades.
Apesar disso, o diretor do DCE disse que as lideranças do movimento estudantil também estão acompanhando o processo de transferência assistida. "Nós vamos acompanhar a transferência porque é isso que nós temos agora, e queremos garantir que os alunos não tenham nenhum prejuízo", afirmou.
O dirigente da UNE Igor Mayworm disse que os alunos têm pressa em resolver o problema e, por isso, não optaram por esperar o retorno dos parlamentares ao trabalho, no próximo dia 4. "Estamos em uma corrida contra o tempo. A universidade foi descredenciada, o MEC já quer abrir a janela de transferência e nós precisamos garantir que os estudantes não vão perder o semestre [letivo]", explicou.
Alguns gabinetes, como o do deputado Eurico Pinheiro Júnior (PV-RJ) e da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), foram oferecidos aos estudantes como base para que eles usem internet, por exemplo. Eles devem se reunir com os cerca de 70 estudantes que estão em Brasília às 18h no Palácio do Planalto.
Edição: Davi Oliveira
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MEC descarta federalização da Gama Filho e da UniverCidade

Educação



MEC descarta federalização da Gama Filho e da UniverCidade
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Jan 15th 2014, 18:05

Mariana Tokarnia

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Ministério da Educação (MEC) descartou a federalização da Universidade Gama Filho e da Centro Universitário da Cidade (UniverCidade), ambas geridas pelo Grupo Galileo e descredenciadas na segunda-feira (13). Em nota, o ministério diz que não é possível contratar os professores e os funcionários administrativos sem concurso público, e que não há base jurídica para os estudantes ingressarem em universidades públicas sem passar por processo seletivo.
"Não existe qualquer amparo constitucional e legal para a contratação dos cerca de 1,6 mil professores e aproximadamente mil técnicos-administrativos das instituições sem concurso público", diz e acrescenta: "Não reconhecemos base jurídica para que cerca de 12 mil estudantes da Gama Filho e UniverCidade possam ingressar em qualquer universidade pública desconsiderando o processo seletivo em curso, o Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que teve mais de 2,5 milhões de inscritos no Brasil, sendo 479.496 nas universidades públicas do Rio de Janeiro. Considerando ainda que em todas as instituições públicas do Rio de Janeiro foram oferecidas 16.740 vagas".
A nota foi divulgada após o apoio dado por reitores à federalização das universidades do Grupo Galileo. Ontem (13), os dirigentes das universidades Federal do Rio (Uni-Rio), Federal Rural do Rio (UFRRJ), da Federal Fluminense (UFF), da Federal do Rio (UFRJ) e do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) se disseram preocupados com a qualidade da educação e a responsabilidade do governo federal no credenciamento e acompanhamento das instituições da educação superior no país.
O MEC diz que "os reitores do Rio de Janeiro jamais apresentaram ao MEC esta suposta proposta de federalização" e que "em conjunto com a Procuradoria Federal de Direito de do Cidadão, continuará encaminhando a transferência assistida por meio de edital público, com acompanhamento dos estudantes, pais e comunidade acadêmica. Para que com esse trabalho responsável e com respaldo jurídico, na retomada do ano letivo, os estudantes tenham sua situação acadêmica normalizada".


Edição: Beto Coura

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Professores podem aderir ao Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio a partir de segunda-feira

Educação



Professores podem aderir ao Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio a partir de segunda-feira
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Jan 15th 2014, 16:50


Mariana Tokarnia

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Os professores do ensino médio poderão, a partir de segunda-feira (20), aderir ao Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio. O pacto vai oferecer, este ano, formação continuada a educadores de todas as disciplinas. Cada educador receberá bolsa mensal de R$ 200 para fazer a formação, que será presencial e desenvolvida na própria escola.
Para participar, o docente deve atuar em sala de aula e estar registrado no Censo Escolar de 2013. Também é preciso que as secretarias estaduais de Educação e do Distrito Federal adiram ao pacto. A adesão dos professores será feita no SisMedio, que será aberto também na segunda-feira, segundo o Ministério da Educação (MEC).
O MEC informou que até ontem (14), 22 unidades da Federação haviam aderido ao programa. A expectativa é que, até o fim do mês, todas estejam inscritas para possibilitar a participação dos educadores. O ministério espera que os 495,6 mil docentes do ensino médio que trabalham em 20 mil escolas públicas do país participem das aulas.
Os conteúdos, desenvolvidos pelas universidades públicas, serão inseridos nos tablets enviados no ano passado pelo MEC às secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal. Cada secretaria assumiu a responsabilidade de distribuir os equipamentos aos professores da rede.
Hoje (15), de acordo com o MEC, 80 instituições manifestaram interesse em participar. As bolsas para os educadores das instituições de educação superior e das secretarias de Educação variam de R$ 765 a 2 mil dependendo das atribuições.
O pacto é inspirado no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, que visa à alfabetização de todas as crianças até os 8 anos de idade. Desde 2013, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anuncia ações para melhorar o ensino médio, como o Programa Quero Ser Professor, Quero Ser Cientista, que prevê bolsas para os alunos que desejam seguir essas carreiras. O MEC vai investir R$ 1 bilhão no pacto. No total, deverão ser beneficiados mais de 7 milhões de estudantes.


Edição: Aécio Amado
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Estudantes da Gama Filho e UniverCidade pedem apoio em Brasília

Educação



Estudantes da Gama Filho e UniverCidade pedem apoio em Brasília
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Jan 15th 2014, 14:42

Yara Aquino

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Estudantes da Universidade Gama Filho e do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade) vão a gabinetes de deputados e senadores, no Congresso Nacional, em busca do apoio de parlamentares para enfrentarem a crise vivida com o descredenciamento das instituições.
Na programação da tarde de hoje (15), eles pretendem também ir ao Palácio do Planalto para uma audiência com a presidenta Dilma Rousseff. "Queremos ver em que pé está o pedido que encaminhamos para uma audiência com a presidenta", disse Ana Flávia Hissa, que é do Diretório Central dos Estudantes da Gama Filho.
Amanhã (16), os estudantes irão ao Ministério da Educação (MEC) participar de reunião da comissão criada para discutir a transferência assistida, destinada a encontrar universidades onde os alunos deverão concluir o curso.
Na segunda-feira (13) o MEC anunciou o descredenciamento da Gama Filho e da UniverCidade que vinham enfrentando problemas. Segundo o ministério, os motivos foram a baixa qualidade acadêmica, o grave comprometimento da situação econômico-financeira e a falta de um plano viável para superar os problemas. Os alunos das duas instituições serão todos transferidos para outas universidades.


Edição: Beto Coura

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Especialista defende que peso máximo de mochilas seja 10% do peso corporal

Educação



Especialista defende que peso máximo de mochilas seja 10% do peso corporal
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Jan 15th 2014, 06:57


Yara Aquino

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Na hora de comprar o material escolar, um item merece atenção especial: a mochila. Com o peso muitas vezes excessivo, devido à quantidade de livros e outros materiais, as mochilas precisam ser adequadas para distribuir bem o peso e não prejudicar a postura dos estudantes. Os pais devem ficar atentos para evitar que os filhos carreguem peso maior que o recomendável.
A Academia Americana de Pediatria considera que o ideal é que a mochila tenha entre 10% e 20% do peso corporal do estudante. Há instituições que defendem o percentual de 15%. O ortopedista pediátrico e professor na Santa Casa de São Paulo Claudio Santili explica que falta consenso porque não há pesquisas conclusivas sobre o tema. Ele defende que o peso máximo do material escolar carregado pelos estudantes seja 10% do peso corporal.
O uso de mochilas com peso excessivo, especialmente se carregadas de forma inadequada, pode provocar dores e até problemas na postura, explica Santili. "Se for carregada de forma inadequada, apenas de um dos lados do corpo, vai provocar contração da musculatura do lado oposto e a criança pode ter dor muscular. Se isso se prolongar, pode levar à postura inadequada".
Ao escolher uma mochila, é importante que ela seja leve. Quando estiver vazia, não deve pesar mais que meio quilo. O ideal é que seja de duas tiras, pois as de tira única para o ombro não distribuem o peso uniformemente, o que pode causar problemas de postura. O estudante deve tensionar as tiras para que a mochila fique bem junto ao corpo e aproximadamente a cinco centímetros acima da linha da cintura.
As alças devem ser acolchoadas, reguláveis e com largura mínima de quatro centímetros na altura dos ombros. Tiras estreitas podem causar compressão nos ombros e restringir a circulação. É interessante também concentrar os objetos mais pesados no centro da mochila e mais próximos das costas. As orientações foram elaboradas pelo Proteste e pela Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica.
Sabrina Albuquerque tem dois filhos que estão no ensino fundamental, um de 9 e um de 13 anos, e fica preocupada com o peso que eles carregam diariamente. "Dá pra ver pela postura que o material está muito pesado, aí peço pra retirar alguns livros e levar na mão. Mas, com isso, eles às vezes acabam esquecendo o material", conta. Sabrina avalia que a escola deveria se preocupar mais com a questão. "Acho que a escola acaba se preocupando muito com o conteúdo, o vestibular, e não se preocupa com essa parte física das crianças", relata.
As mochilas com rodinhas podem ser uma alternativa para o excesso de peso. A Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica alerta, no entanto, que é preciso ter cuidado com a alça do carrinho que deve estar a uma altura apropriada. As costas devem estar retas ao puxá-la. Esse tipo de mochila, porém, enfrenta resistência dos adolescentes.
Além de mochilas adequadas, o diálogo entre pais e escola é considerado fundamental para equacionar o problema do excesso de peso que os alunos carregam. Algumas instituições têm adotado medidas que reduzem a quantidade diária de material que precisam levar.
Gabriela Braga é mãe de Caio, de 12 anos, que cursa o 7° ano do ensino fundamental em uma escola particular de Brasília. Ela conta que, neste ano, a escola vai adotar netbook e apostilas próprias que serão entregues por bimestre. "Este ano será entregue uma apostila por bimestre, com todas as matérias. Não é muito material para carregar. Extra, só um caderno de dez matérias", diz.
O ortopedista Cláudio Santili também alerta os pais para conferir periodicamente as pastas escolares a fim de evitar que os filhos carreguem objetos desnecessários. "A criança também precisa ser fiscalizada. Muitas vezes, ela tem na mochila coisas que não precisam ser levadas à escola, como joguinho para brincar, o que aumenta o peso. Isso é muito comum", disse.
As discussões em torno do excesso de peso das mochilas de crianças e adolescentes resultaram em um projeto de lei, aprovado em novembro do ano passado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, que determina que as mochilas devem ter, no máximo, 15% do peso do estudante. O projeto também obriga as escolas a ter armários para os estudantes guardarem material. O texto, no entanto, não prevê nenhum tipo de fiscalização, nem sanções para quem descumprir a norma. O projeto ainda precisa retornar à Câmara dos Deputados.

Edição: Graça Adjuto
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